E eu sei porque acordei ceducho, e tica-tica, a pé por essa cidade em busca do comércio tradicional de ferragens. Verdade, entrei em modo bricoleiro total, pré-obras, o que lhe quiserem chamar.
Agora o dilema, o horror da escolha, sendo que os exemplares já vão em três, é um trilema, portanto, mas o terceiro não tem direito a boneco:
Mas é um crossover entre um modelo e outro, só dois parafusos à vista no espelho, e maçaneta achatada como a de baixo.
Já agora, um valente e sentido pirete para o comércio tradicional: aquilo que no Leroy custa 16,25 o par fica a mais de 20 em qualquer simpática loja de bairro. Já nem falando das minhas all time faves, que num sítio estavam a 47 o par e mais longe do rio a 37. Vão gozar com as respectivas mãezinhas, sim? E entendam-se. Que quando tiver a necessária soltura de carteira para gastar 500 pastéis nas lindas maçanetas tradicionais de porcelana talvez a gente fale.
Pausa agora para um cigarrinho, e ala ao hiper e ao aki, para mais maçanetas. E caixotes de cartão. E mais um rolo de plástico de bolhinhas. Se esvaziar uma sala e corredor já dá tanta trabalheira, juro que nunca mais mudo de casa.


11 comentários:
Gosto mais da segunda maçaneta, mas os pormenores (parafusos e o camandro) são mais giros da primeira. Se a terceira for assim, é essa.
O da segunda foto é horrível. Já o primeiro é agradável.
De qualquer forma, não queiras comparar a qualidade do que se vende no comércio tradicional com as chinesices do Leroy...
Hello! Entre as três alternativas, venha a quarta. Aprendi, há uns anos, que as maçanetas redondas se tornam problemáticas quando a malta amadurece e as articulações das mãos já não são o que eram. E prontes. São os meu cinco tostões de advice. O sexto é que gosto mais da maçaneta e penduricalho da primeira opção.
Sorrisos bricoleiros!
E se tivermos as mãos guerdurosas não dão para abrir com o cotovelo.
(que era o que a Maria queria dizer mas não disse para nós não pensarmos que ela anda para aí a abrir portas depois de se lambuzar na Ideal)
Mariana, acho que é a terceira a ganhar, sim. Há uma falha terrível no mercado: é possível arranjar maçanetas douradas (iaca) sem parafusos à vista, já prateadas, nada.
Delarocha, ouve e admira-te: o segundo modelo existe no comércio tradicional e é igualinho ao do Leroy. Cross my heart: a caixa é da mesma origem (eu sou daquelas que não se fica pelo mostruário e vai ver a caixa, sim).
Maria Bê, verdade, mas desde que tenho maçanetas diminuí muito as nódoas negras. Sim, sou do tipo de fulana que faz razias às portas e se esfaqueia com o puxador :D E já me chegam os hematomas das esquinas da mobília.
E pior, Maria Bê e Mariana: havia dessas que dá para abrir com o cotovelo em giro e em promoção gigantesca no Leroy. Quase me converti.
Cá em casa temos dessas e uma grande desvantagem: o mai' novo aprendeu a abri-las, sacana do gato.
Cá em casa, a única porta que se fecha é a da casa de banho. Todas as outras estão sempre abertas, no máximo fechadas. Gatinha não gosta de portas fechadas, nem nós ;) Já viste que os puxadores ou maçanetas são puramente decorativos, né?
Cá também não se fecha nada, mas quando o gato nos acorda às 5h porque quer brincar dá jeito ter uma porta que se possa fechar sem ele a saber abrir.
Nr 1 :)
Ora bem, eu devo ser mesmo pelintra, achei que isso era coisa para custar 10 euros.
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