Terça-feira, 5 de Junho de 2012

Sou uma vítima da Lei de Murphy e pretendo uma indemnização

Outro dia tive a veleidade de me gabar de que, passado um pico de trabalho que me dura desde meados de 2003 (para não recuar mais), agora andava a ter, finalmente, uma relativa boa vida, perpectivando até, na loucura, começar a fazer jornadas de oito horas diárias de trabalho e tal, quiçá começar a sair às cinco e meia e assim.
Entretanto o universo, que tem ouvidos de tísica e um sentido de humor de duvidoso gosto, esfregou as mãos de contente, não deixou passar a oportunidade de me cair em cima e pumbas, deixou-me de bracinho ao peito, olho à belenenses e com equimoses várias. Obrigadinha por nada (e diz que depois das férias ainda vai ser pior, olha que maravilha). 

9 comentários:

D.S. disse...

É preciso ter cuidado com o que se diz, é. O Universo tem ouvidos. Desde há um tempinho que aprendi a não dizer a palavra "nunca" que é para não ter que engolir o orgulho pouco tempo depois :/

As melhores Izzie :)

Filipa disse...

Ui! As melhoras Izzie!

Maria Bê disse...

O que te aconteceu, miss? Eu não precisava de companhia na desgraça!!!
Um sorriso!

Izzie disse...

Ei, era metafórico, não estou doentinha. Fui mas é atropelada por um camião de papelada, e levei um tareão de xervixo :/

diasdetelha disse...

Faço-te companhia aí até meados de julho, boa? Depois é que não prometo, que hei-de ter mais que fazer.

Vic disse...

Talvez uma pernita partida, não? :)

S* disse...

Para a próxima já sabes... não te gabes. :D

Izzie disse...

Mariana, olha que engraçado, a 15 de Julho tiro corpinho fora do manicómio. Até faço contagem decrescente.

Vic, ah, muito obrigadinha, sim????

S*, é sempre assim, não posso gabar-me de nada de bom que me aconteça que levo logo a paga.

Filipa B disse...

Outro dia pensava eu: olha, o meu carro está a aguentar-se e com 6 anos ainda parece novo. Dias depois leva uma panada, coitadinho, estando "estancionadinho" e sossegadinho. Portanto, mais do que falar, eu não posso nem pensar.
Depois disto, penso "pronto, a questão do trabalho está a resolver-se, o carro está arranjado já, agora parece que as coisas estão a compor-se". Nem digo o que veio a seguir. A sério, como é que se pára o pensamento?