Não graduar o afecto dos demais pela contabilidade do que nos ofertam.
A vida é maior que isso, e arriscam-se a não percebê-lo.
(além de que é muito feio. muito, muito feio; quase tão feio como pedinchar seja o que for, ainda mais coisinhas que custam para cima de dezenas de pastéis de bacalhau)
21 comentários:
oooh, mas quem conheces tu capaz de tamanha coisa, gostar mais de A ou B pelas prendas que oferecem.... se forem crianças, deixa lá, quando crescerem logo percebem melhor as coisas.
Não andas há muito tempo na blogosfera ;P vais ver as fotos de prendinhas no dia 26, ui!
Este ano só recebo duas prendas: a dos pais e a do marido. E vão ser coisas muito simples. Acabei de descobrir que ninguém gosta de mim, que sou uma infeliz e a culpa é TUA! TODA TUA!
Pronto, eu devolvo o gigantesco presente que tinha encomendado para ti e dou-te só um xi-coração virtual, pode ser? ;)
Mas tu não devolvas o Aga, pela tua rica saúde!
Filipa, :D A quantidade não interessa nada, o que interessa é o carinho que se põe no que se dá. Vão ser duas mas muito gostosas ;)
Mariana, filha, por curiosidade fui ver o preço dos Aga. Trocas por um meireles? Olha que para o ano não tenho subsídios :P
Tenho de conversar com a outra parte interessada. Mas acho que isso soa a pinderiquice e que sem Aga não há negócio. Voltaremos a falar mais à frente, ó possível madrinha.
Não sejas pipoca, que ainda levas um camping gaz :D
Acho que agora fiquei ofendida até 2012. Eu que nem gosto de Ferrero Rocher.
OMG, pronto, um junex?
(vá, vá, não és pipoca, pronto)
Lol, não ando há muito tempo, de facto...mas já deu para perceber essa parte das listas de presentes. Mas ainda assim, quero crer que é tudo muito fogo de vista... e além disso, acredito firmemente que o tipo de pessoas que só pensa em compras e outras futilidades normalmente no fundo no fundo é infeliz.
Eu perdoo-te, eu perdoo-te. Mas só porque quero ser amiga da pessoa que inventou o insulto do ano ;)
a.i., acho que esssas pessoas se sentem felizes assim, e isso ainda me deprime mais.
Mariana, oohhh obrigada! já o uso há algum tempo, particularmente ;P
Isso é daquelas coisas que não vale a pena explicar, porque só se aprende com o andar da carruagem.
Nunca o fiz e nunca o farei... Para mim, o que menos importa no Natal são as prendas. Tanto que este ano tomei uma decisão que há muito queria tomar, mas que a crise facilitou; este ano não se compraram prendas senão para as crianças. E pedimos à família que também não nos oferecessem o que fosse, pois o mais importante é que estejamos todos juntos, com muita saúde, paz e amor.
Desejo um Feliz Natal para ti e para os teus!
E, já agora, estendo também os meus votos a todos os leitores deste blog.
olha, a minha chefa ofertou-me uma prenda (quem diz prenda diz presente :)) e agora já gosto um bocadinho mais dela.. eehr...temporariamente...eehhr...foi simpática...
Fuschia, é verdade.
a.i., os patrõezinhos também só me ganham o afecto com guita ou prendas :D
Dorushka, por acaso gosto de comprar prendinhas :) Não espero nada de especial e este ano gastei menos, mas é sempre giro haver um mimo. Bom, se a comida for boa, até dispenso :P
Izzie, eu também gosto muito de comprar prendas, confesso. Mas gosto de poder fazê-lo pensando simplesmente na pessoa que a vai receber, se a vai deixar satisfeita e feliz, sem ter que me preocupar com preços. E nos últimos anos isso tem-se tornado uma tarefa cada vez mais complicada e dei por mim a comprar só por comprar, sem pensar muito, só para não dizer que não comprava nada. E isso chateia-me muito, honestamente. Portanto, este ano, a minha(nossa) prenda para aqueles de quem gosto(gostamos) é a nossa presença, o nosso amor e o nosso carinho. Que não custam absolutamente nada e são ofertados com muito, muito gosto.
Mais uma vez, Feliz Natal!
Sim, o que é importante é o que é importante. Não se troca a presença de ninguém por coisas.
Bom, bom Natal (e come, come! :D que no "quemer" há muita alegria)
Ai vou comer, vou pois. Que nas Festas não há cá dietas!
(Além de que há aproveitar enquanto ainda há que comer...)
Conheci casos onde a avaliação da prenda recebida aparece camuflada de falsa modéstia, e a escolha da prenda oferecida é baseada na marca e na etiqueta do preço como cartão de visíta de algum status quo desenquadrado, assim mesmo, vã, descaracterizada, impessoal, fútil, mas cheia de si.
Piloto, o carinho e amizade não têm marca nem etiqueta :)
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